Dr. Douglas Prina

ORTOPEDIA PEDIÁTRICA | RECONSTRUÇÃO ÓSSEA

CRM202361 | RQE 111938

O peito do seu filho mudou de forma? Há mais a fazer do que esperar.

Avaliação e tratamento do pectus excavatum (peito afundado) e carinatum (peito de pombo). Na fase certa, a maioria dos casos responde a tratamento sem cirurgia.

Excavatum & Carinatum Opções não cirúrgicas Avaliação na fase certa

VOCÊ SE RECONHECE AQUI?

Se você está vivendo alguma destas situações, eu posso ajudar

A deformidade do tórax mexe com a forma e, muitas vezes, com a autoestima. Avaliar no tempo certo abre as melhores opções de tratamento.

Você notou o peito do seu filho afundado ou saliente ("peito de pombo").

A forma do tórax se acentuou na pré-adolescência ou no estirão.

Disseram que "volta sozinho" e você ficou na dúvida.

Seu filho passou a ter vergonha — evita piscina, tirar a camiseta, fotos.

Você quer saber se dá para tratar sem cirurgia.

Busca uma segunda opinião antes de decidir por uma cirurgia.

ENTENDA

O que é o pectus?

Pectus é o nome dado às deformidades da parede do tórax. As duas formas mais comuns são o pectus excavatum, em que o osso do meio do peito (esterno) fica afundado, e o pectus carinatum, em que o peito fica projetado para a frente.

Costuma aparecer ou se acentuar durante o crescimento, especialmente no estirão da puberdade, quando as cartilagens das costelas crescem de forma desproporcional.

A boa notícia: Enquanto o tórax ainda está crescendo, a parede é mais maleável — e é justamente aí que o tratamento sem cirurgia tem mais chance de funcionar.

PORQUE ACONTECE

Quais as causas?

O pectus é multifatorial e ligado ao crescimento desproporcional das cartilagens que ligam as costelas ao esterno. Não é causado por postura nem por algo que a família fez ou deixou de fazer.

  • Tendência de surgir ou acentuar no estirão de crescimento
  • Pode haver casos na família
  • Mais frequente em meninos
  • Às vezes associado a outras condições, que devem ser investigadas

Por isso a avaliação especializada ajuda a entender o tipo, a gravidade e o melhor momento de agir.

O QUE ESTÁ EM JOGO

O que acontece se não for tratado?

A deformidade pode se acentuar ao longo do estirão de crescimento.

Em casos profundos de excavatum, pode haver repercussão respiratória ou cardíaca.

O impacto na autoestima cresce justamente na adolescência.

A janela do tratamento não cirúrgico se fecha quando o esqueleto amadurece.

A maioria dos casos avaliados no momento certo não precisa de cirurgia. Mas essa decisão depende de avaliar o tipo, a gravidade e a fase de crescimento — e isso tem hora certa.

JANELA DE OURO

10-15

anos: fase em que o tórax ainda responde bem à moldagem.

Por que a fase de crescimento importa

Quanto mais flexível a parede do tórax, melhor a resposta aos métodos não cirúrgicos, como a órtese de compressão (carinatum) e a campânula a vácuo (excavatum).

Identificar e iniciar no momento certo pode significar evitar uma cirurgia mais tarde. Por isso vale avaliar assim que a deformidade é percebida.

COMO TRATAMOS

O caminho do tratamento

O plano é individualizado conforme o tipo de pectus, a gravidade e a fase de crescimento. Sempre que possível, começamos pelas opções menos invasivas.

01

Avaliação e classificação

Definição do tipo (excavatum ou carinatum), da gravidade e da fase de crescimento, com medidas e registro fotográfico padronizado para acompanhar a evolução.

02

Campânula a vácuo (excavatum)

Método não cirúrgico que, aplicado de forma orientada e contínua, ajuda a elevar gradualmente o esterno afundado durante a fase de crescimento.

03

Órtese de compressão (carinatum e excavatum) + fisioterapia

Órtese dinâmica que remodela o peito projetado, somada a exercícios posturais e respiratórios que potencializam o resultado.

04

Planejamento cirúrgico nos casos selecionados

Quando há indicação, o planejamento cirúrgico é conduzido com critério e equipe especializada, com objetivos bem alinhados com a família.

QUEM VAI CUIDAR DO SEU FILHO

Dr. Douglas Prina

Ortopedista pediátrico dedicado à reconstrução e às deformidades em crianças e adolescentes. Avalio o pectus com método, explico cada opção e ajudo a família a decidir com clareza e segurança.

Minha conduta é direta: começar pelo menos invasivo sempre que possível e indicar cirurgia apenas quando há real necessidade.

Atuação acadêmica — HU-USP Foco em reconstrução óssea Ortopedia pediátrica

O ATENDIMENTO

O que você encontra comigo

Atendimento calmo e acolhedor com a família
Comunicação clara, sem termos confusos
Orientação honesta sobre exames e custos
Indicação cirúrgica apenas quando necessária
Decisões baseadas em evidência atualizada
Acompanhamento estruturado ao longo do crescimento

A PRIMEIRA CONSULTA

O que você recebe na primeira avaliação

Se é pectus excavatum ou carinatum e qual a gravidade
Se o caso responde a tratamento não cirúrgico
Se há sinais que pedem avaliação cardiorrespiratória
Se há indicação de tratar agora ou acompanhar
Quais exames realmente fazem sentido
Um plano de acompanhamento durante o crescimento

Exemplos do uso de coletes Haje

Pectus Excavatum

Colete dinâmico personalizado, associado a vácuo

Pectus Carinatum

Colete dinâmico personalizado

DÚVIDAS FREQUENTES

Perguntas que toda família faz

Pectus tem tratamento sem cirurgia?+
Sim. Especialmente quando avaliado durante a fase de crescimento, boa parte dos casos responde a métodos não cirúrgicos, como a órtese de compressão (carinatum e excavatum) com ou sem a campânula a vácuo no caso do excavatum. A resposta é melhor quanto mais cedo se começa.
A órtese ou a campânula a vácuo doem?+
Não, quando bem indicadas e ajustadas. Há um período de adaptação nos primeiros dias, mas o uso orientado é confortável. O acompanhamento regular garante o ajuste correto e a evolução esperada.
É verdade que "volta sozinho" ou com academia"?+
Geralmente não. O pectus tende a se manter ou a se acentuar no estirão de crescimento. Por isso vale avaliar assim que a mudança no formato do peito é percebida, sem deixar passar a melhor janela de tratamento.
O pectus atrapalha esporte ou respiração?+
Depende da gravidade. Muitos casos têm impacto principalmente estético, mas formas mais profundas de excavatum podem repercutir na respiração ou no coração. A avaliação define se há necessidade de exames complementares.
Qual a idade ideal para tratar?+
A fase de crescimento, em especial a puberdade, é a melhor janela para o tratamento não cirúrgico, porque a parede do tórax ainda é maleável. Avaliar cedo amplia as opções. Mas o adulto também pode tratar.

CONTATO

Minha equipe está pronta para ajudar

Tire suas dúvidas e agende a avaliação do seu filho pelo WhatsApp. Respondemos com atenção a cada família.

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Clinica Meziara

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