O pé torto assusta no começo — mas é uma das deformidades pediátricas com melhor resposta quando tratada por quem domina a técnica.
Seu bebê nasceu com o pezinho virado para dentro ou para baixo.
O pediatra falou em "pé torto" e você não sabe qual o próximo passo.
Já iniciaram o gesso e você tem dúvidas sobre o tratamento.
O pé voltou a torcer (recidiva) depois de um tratamento anterior.
Você quer garantir que o tratamento seja pelo Método Ponseti.
Você busca uma segunda opinião especializada e de confiança.
É uma deformidade presente desde o nascimento em que o pé do bebê se apresenta torcido — geralmente voltado para dentro e para baixo. Não é “jeito de dormir” nem se resolve sozinho com o tempo.
O pé torto combina alterações em vários planos: o calcanhar elevado (equino), o pé virado para dentro (varo), a parte da frente aduzida e o arco aumentado (cavo). Por isso o tratamento precisa corrigir cada componente, na ordem certa.
Na maioria das vezes o pé torto é idiopático — surge sem uma causa única definida. É considerado multifatorial, e alguns fatores aumentam a chance de ocorrer:
A presença desses fatores não define o diagnóstico, mas indica a necessidade de uma avaliação atenta e logo cedo.
O pé continua rígido e o apoio passa a ser feito pela borda ou pelo dorso, não pela sola.
A marcha fica comprometida e limita as brincadeiras e o dia a dia.
Surgem calosidades, feridas e dor ao caminhar e ao usar calçado.
Quanto mais tarde, mais complexo e cirúrgico tende a ser o tratamento.
O pé torto não corrige espontaneamente. Mas, conduzido cedo e pela técnica correta, a grande maioria das crianças passa a caminhar, correr e brincar com um pé funcional e indolor.
primeiras semanas de vida são o período ideal para iniciar.
Nas primeiras semanas, os ossos, tendões e ligamentos do pé ainda são muito flexíveis. É essa maleabilidade que permite corrigir a deformidade com gessos suaves, sem grandes cirurgias.
Começar no momento certo significa menos intervenções, recuperação mais tranquila e um resultado que acompanha o crescimento da criança.
Cada etapa tem um momento ideal. O plano é individualizado conforme a idade, a rigidez do pé e a resposta às primeiras correções.
Manipulação delicada do pé seguida de troca de gessos a cada semana, corrigindo a deformidade em etapas. É a base do tratamento moderno.
Pequeno procedimento, na maioria dos casos, para liberar o calcanhar elevado e completar a correção do equino.
Fase de manutenção essencial para evitar a recidiva. O uso correto, com acompanhamento, é o que sustenta o resultado.
Quando há rigidez importante, recidiva ou diagnóstico tardio, podem ser indicadas liberações, transferências tendíneas ou correção óssea — minha área de foco.
Ortopedista pediátrico dedicado à reconstrução óssea e ao tratamento de deformidades dos membros na infância. Meu trabalho une técnica atualizada e um cuidado próximo, em que a família entende cada passo.
Acredito que informação clara e decisão no momento certo fazem toda a diferença. Conduzo cada caso com equilíbrio: tratar quando é hora de tratar, e acompanhar quando é hora de acompanhar.
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Dr. Douglas Prina — Ortopedia Pediátrica e Reconstrução Óssea · [CRM – SP 202361] · [RQE 111938]
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