A deformidade do tórax mexe com a forma e, muitas vezes, com a autoestima. Avaliar no tempo certo abre as melhores opções de tratamento.
Você notou o peito do seu filho afundado ou saliente ("peito de pombo").
A forma do tórax se acentuou na pré-adolescência ou no estirão.
Disseram que "volta sozinho" e você ficou na dúvida.
Seu filho passou a ter vergonha — evita piscina, tirar a camiseta, fotos.
Você quer saber se dá para tratar sem cirurgia.
Busca uma segunda opinião antes de decidir por uma cirurgia.
Pectus é o nome dado às deformidades da parede do tórax. As duas formas mais comuns são o pectus excavatum, em que o osso do meio do peito (esterno) fica afundado, e o pectus carinatum, em que o peito fica projetado para a frente.
Costuma aparecer ou se acentuar durante o crescimento, especialmente no estirão da puberdade, quando as cartilagens das costelas crescem de forma desproporcional.
O pectus é multifatorial e ligado ao crescimento desproporcional das cartilagens que ligam as costelas ao esterno. Não é causado por postura nem por algo que a família fez ou deixou de fazer.
Por isso a avaliação especializada ajuda a entender o tipo, a gravidade e o melhor momento de agir.
A deformidade pode se acentuar ao longo do estirão de crescimento.
Em casos profundos de excavatum, pode haver repercussão respiratória ou cardíaca.
O impacto na autoestima cresce justamente na adolescência.
A janela do tratamento não cirúrgico se fecha quando o esqueleto amadurece.
A maioria dos casos avaliados no momento certo não precisa de cirurgia. Mas essa decisão depende de avaliar o tipo, a gravidade e a fase de crescimento — e isso tem hora certa.
anos: fase em que o tórax ainda responde bem à moldagem.
Quanto mais flexível a parede do tórax, melhor a resposta aos métodos não cirúrgicos, como a órtese de compressão (carinatum) e a campânula a vácuo (excavatum).
Identificar e iniciar no momento certo pode significar evitar uma cirurgia mais tarde. Por isso vale avaliar assim que a deformidade é percebida.
O plano é individualizado conforme o tipo de pectus, a gravidade e a fase de crescimento. Sempre que possível, começamos pelas opções menos invasivas.
Definição do tipo (excavatum ou carinatum), da gravidade e da fase de crescimento, com medidas e registro fotográfico padronizado para acompanhar a evolução.
Método não cirúrgico que, aplicado de forma orientada e contínua, ajuda a elevar gradualmente o esterno afundado durante a fase de crescimento.
Órtese dinâmica que remodela o peito projetado, somada a exercícios posturais e respiratórios que potencializam o resultado.
Quando há indicação, o planejamento cirúrgico é conduzido com critério e equipe especializada, com objetivos bem alinhados com a família.
Ortopedista pediátrico dedicado à reconstrução e às deformidades em crianças e adolescentes. Avalio o pectus com método, explico cada opção e ajudo a família a decidir com clareza e segurança.
Minha conduta é direta: começar pelo menos invasivo sempre que possível e indicar cirurgia apenas quando há real necessidade.
Tire suas dúvidas e agende a avaliação do seu filho pelo WhatsApp. Respondemos com atenção a cada família.
Avenida Pedroso de Morais, 2567 - Alto do Pinheiros - São Paulo
Rua Barão do Triunfo, 427 - CJ 204 - Brooklin - São Paulo
Dr. Douglas Prina — Ortopedia Pediátrica e Reconstrução Óssea · [CRM 202361] · [RQE 111938]
© 2026 · Todos os direitos reservados · Conteúdo informativo, não substitui consulta médica.
Agende aqui